
Enfim, em um lar
Mais de 4,5 mil quilômetros separavam a acolhedora Lilian Bernardes, que vive em Minas Gerais, da família de Yoleida, que estava em Roraima à espera

Transforme a vida de refugiados venezuelanos que chegam no Brasil.
Ajude famílias a reconstruírem suas vidas com esperança.
O Refúgio 343 já ajudou mais de 5.000 refugiados a reconstruírem suas vidas. Com sua doação, podemos acolher ainda mais famílias e oferecer moradia, alimentação e emprego.

Transforme a vida de refugiados venezuelanos que chegam no Brasil.
Ajude famílias a reconstruírem suas vidas com esperança.

Transforme a vida de refugiados venezuelanos que chegam no Brasil.
Ajude famílias a reconstruírem suas vidas com esperança.
O Refúgio 343 já ajudou mais de 5.000 refugiados a reconstruírem suas vidas. Com sua doação, podemos acolher ainda mais famílias e oferecer moradia, alimentação e emprego.
O Refúgio 343 nasceu em resposta ao que é hoje o maior desafio migratório da história recente. Somos uma organização humanitária dedicada à reinserção socioeconômica de refugiados e migrantes. Trabalhamos com os eixos de desenvolvimento social e ajuda humanitária através das frentes de acolhimento e educação.
O Refúgio 343 nasceu em resposta ao que é hoje o maior desafio migratório da história recente. Somos uma organização humanitária dedicada à reinserção socioeconômica de refugiados e migrantes. Trabalhamos com os eixos de desenvolvimento social e ajuda humanitária através das frentes de acolhimento e educação.


refugiados acolhidos
famílias acolhidas
famílias acolhidas
refugiados acolhidos
refugiados acolhidos
famílias acolhidas










Obrigado pelo carinho, atenção e respeito que vocês têm com todos os venezuelanos. Vocês não deixaram de acreditar em nós. Vamos poder seguir em busca de novas conquistas graças ao amor fraterno de vocês.
Oshmar de Jesus, interiorizado para Ipatinga (MG) junto com a mãe, Maria Flor, em 7 de dezembro de 2019.

“Obrigado pelo carinho, atenção e respeito que vocês têm com todos os venezuelanos. Vocês não deixaram de acreditar em nós. Vamos poder seguir em busca de novas conquistas graças ao amor fraterno de vocês.”

Mais de 4,5 mil quilômetros separavam a acolhedora Lilian Bernardes, que vive em Minas Gerais, da família de Yoleida, que estava em Roraima à espera

Nascido na Venezuela, Jose Ordaz teve que deixar para trás sua carreira de advogado e se separar da família para tentar um recomeço fora de

As primeiras famílias interiorizadas pelo Refúgio 343 já estão ficando independentes! Entre elas, a família do Joxi e da Rosale. Eles chegaram em São Paulo

“Meus filhos sentiam fome. Doía ir ao mercado e não poder fazer uma compra decente. A atmosfera, quando saíamos de casa, era de muito ódio

Rosiris Martinez veio para o Brasil de carona em um caminhão de cimento. O transporte precário a obrigou a deixar para trás sua bebê de

Mãe de três filhos, Carmen Ramona veio para o Brasil sozinha com suas crianças, enquanto o marido, Neptaly Ramona, ficou na cidade de El Tigre,

Desde que chegou ao centro de acolhimento da Fraternidade Sem Fronteiras, onde o Refúgio 343 mantém sua operação em Boa Vista (RR), Keisis Quijada sempre

“Este é o Cristian. Ele tem sete meses e não sabe que existe uma crise, que seus pais tiveram que largar tudo em busca de

Seu Cruz chegou ao centro de acolhimento da Fraternidade sem Fronteiras trazendo para nós um desafio. Idoso e sozinho no Brasil, já não apresentava condições

Carlos e o filho Haroldo já eram figuras conhecidas na rodoviária de Boa Vista, Roraima. Logo que chegaram ao Brasil, ofereceram-se para ser voluntários no

Anayinsi e José Carlos vieram para o Brasil com um único objetivo: salvar a vida de Gadiel. Com 2 anos de idade, o menino tem

Neomar e Elin chegaram a Roraima com um único objetivo: oferecer uma vida digna aos filhos. Mas o que mais chamou nossa atenção quando nos

Richard trabalhava com funilaria e pintura na Venezuela, mas com a crise o negócio deixou de dar lucro. Ele passou a vender frutas na rua

Lembra da história da família de Jesus e Omellys? Dormiram por meses nas ruas de Roraima com os 3 filhos. Passaram fome. Sentiram medo. Mas

Juan Miguel conheceu sua esposa, Daili, no emprego. Por mais de uma década, eles trabalharam em uma indústria de frango. A estabilidade deu a eles

A história de Miguelangel e Isamar é bastante parecida com a de muitas famílias venezuelanas. Viviam bem, sem luxos. Com a crise, perderam seus empregos.

Este no centro da foto é Orlando. Pai solo, ele saiu da Venezuela em dezembro, com os 2 filhos mais novos, determinado a oferecer melhor

Interiorizada pelo Refúgio 343 para São Paulo, com a ajuda da acolhedora voluntária Suelen Nina, a venezuelana Ana Maria La Rosa ganhou bolsa para um

Fizemos nossa primeira interiorização para Pernambuco e agora já temos famílias recomeçando em lares seguros e estruturados em 14 Estados brasileiros. A família de Genesis

Paramédica hospitalar, Nohelys atuava na área da saúde na Venezuela. Com a crise, mesmo empregada já não conseguia comprar nem uma cesta básica para alimentar
Em julho de 2019, Brinmer chegou ao Brasil na condição de refugiado venezuelano. Em suas palavras, “foram meses de muita luta, fome, sono e doença”.

José e Carolina são deficientes visuais há mais de uma década. A condição os motivou a buscar profissionalização para auxiliar outras pessoas com a mesma

Lembra da história do pequeno Gadiel? Ele tem um tumor raro no rosto e, já sem condições de tratá-lo na Venezuela por conta da crise,

Norma Sanchez atravessou a fronteira da Venezuela para o Brasil com 2 crianças pequenas e um bebê de 4 meses nos braços. A passagem de
