José e Carolina são deficientes visuais há mais de uma década. A condição os motivou a buscar profissionalização para auxiliar outras pessoas com a mesma deficiência: ela na área do Turismo e ele na área da Educação, atuando inclusive no Ministério da Educação da Venezuela.

Com a crise, precisaram deixar o país. Há oito meses, se tornaram refugiados e aguardam por uma oportunidade de interiorização em Boa Vista (RR), no abrigo Rondon 2.

Seu maior sonho? “Uma mão amiga que possa ajudá-los a voltar a trabalhar em prol dos deficientes visuais, como faziam na Venezuela, para assim se sentirem parte da sociedade de novo”.

Você pode ajudá-los? Clique aqui e seja acolhedor dessa família. Juntos podemos transformar sua realidade!

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